Dr. Sidney  Cirurgias Ginecológicas  Artigos  Contato
Consultório Cuidados no pós-operatório Links   Home
 
 

  Artigos

 

 

Cirurgia Ginecológica minimamente invasiva

     Cirurgia Ginecológica Minimamente Invasiva consiste em novas técnicas que reduzem os cortes provocados pelas cirurgias de grande porte. Trata-se de múltiplos procedimentos que causam lesões mínimas para os pacientes, possibilitando uma rápida recuperação pós-operatória.

     A cirurgia ginecológica está em plena evolução e a revolução do dia é evidentemente a cirurgia videoendoscópica e a ressurreição da via transvaginal. Estes procedimentos, além de diminuírem os traumatismos físicos e psíquicos vividos pelos doentes, diminuem o tempo cirúrgico, propicia um pós-operatório menos doloroso, menor tempo de internação, retorno mais rápido às atividades normais e menor custo hospitalar e social.

     Dentre estas cirurgias destacam-se a histerectomia (retirada do útero) pela vagina, o sling (reforço do assoalho da uretra) para incontinência urinária, a videoendoscopia (Iaparoscopia e histeroscopia) e a reconstrução pélvica (correção dos prolapsos genitais) com uso de tela de polipropileno.

     A histerectomia vaginal proporciona, além das vantagens de ser minimamente invasiva, uma oportunidade de correção dos defeitos de bexiga e períneo e não traz cicatriz abdominal.

     O sling é a colocação de uma tela sintética substituindo os ligamentos da uretra, permitindo uma abordagem mais rápida (realizado em torno de 20 minutos), mais estética, sem internação e com uso de anestesia local.

     A cirurgia videoendoscópica proporciona o acesso à pelve (laparoscopia) e ao interior do útero (histeroscopia) através de sistema ótico, com visão aumentada e com possibilidade de realização de procedimentos cirúrgicos antes realizados apenas com cirurgia laparotômica (aberta).

     O advento da laparoscopia proporcionou adequado tratamento para a endometriose, pois nos permite mapear e retirar todos os implantes da doença, nos permite ainda realizar miomectomias (retirada apenas dos miomas), ligadura de trompas, tratamento minimamente invasivo dos cistos ovarianos e até a possibilidade de cirurgias para o câncer ginecológico. Com a histeroscopia, podemos adentrar a cavidade endometrial (interior do útero) e diagnosticar com precisão, além de tratar as enfermidades endometriais, desde miomas até pólipos e malformações uterinas.

     A reconstrução pélvica teve avanços admiráveis com a colocação de material sintético (tela de polipropileno) para suspensão e sustentação da cúpula vaginal após prolapso e correção dos compartimentos anterior e posterior, possibilitando cirurgias mais rápidas, anatômicas e com menor taxa de recidivas.

     O progresso na cirurgia ginecológica é inexorável e a última aquisição é um robô (Da Vinci) que executa a cirurgia monitorado pelo cirurgião mesmo que este esteja em um centro distante do local da cirurgia (Dr. Sidney Pearce).